quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Resumo, Capítulo 2 do livro Auxiliar de Biblioteca 7ª edição, Autoras: Divina Aparecida da Silva e Iza Antunes Araújo.

Biblioteca Conceitos.
Biblioteca.
Coleção de documentos bibliográficos ( livros, periódicos, folhetos ) e não bibliográficos                    ( gravuras, mapas, filmes, discos, fitas etc.) organizada e administrada para formação, consulta e recreação de todo o público ou de determinadas categorias de consulentes. ( UNESCO ).
É uma coleção de materiais informacionais organizada para que possa servir a um público. Tem pessoal encarregado dos serviços e programas relacionadas às necessidades de informações  dos leitores. ( ALAS  )

Biblioteca eletrônica.
Provê acesso não somente ao seu próprio acervo, mas também, por meio de redes eletrônicas a outros tipos de documentos e serviços oferecidos  por outras bibliotecas.

Biblioteca digital/virtual.
Armazena documentos e informações em forma digital em sistema automatizado, geralmente em rede, que pode ser consultado a partir de terminais remotos.

Biblioteconomia.
Conhecimento e prática do planejamento  e administração de informação e da coleta, armazenagem, recuperação e disseminação de informações.

Centro de documentação e informação.
Oferece informações centralizadas complementando o trabalho oferecido pelas bibliotecas, seu trabalho é focado no conteúdo dos  documentos, analisando e identificando informações mais úteis para um público específico.

Documentação.
São conhecimentos e técnicas com fins relacionados a pesquisa , reunião, descrição, produção e o uso de documentos indefinidos.
Pode se dizer que documentação é a reunião, indexação, conservação e distribuição de quaisquer  modelos de documentos.

Documento.
Qualquer unidade de registro

Informação.
Conjunto de dados que decifrados geram informação.

Arquivo.
Conjunto de documentos produzidos por vário meios, pode ser guardados em uma entidade coletiva, pública ou privada, pessoa ou família, ou de alguma outra forma condizente e esporádica.

Arquivologia.
Estudo relativo à organização e tramitação dos arquivos, são geralmente produzidos dentro de uma organização de distribuição interna e externa.

Museu.
Voltado para uma atuação envolvendo um contexto histórico, adquire, conserva, comunica e expõe com a finalidade de aumentar o saber, salvaguardar e desenvolver o patrimônio, a educação e a cultura, bens representativos da natureza do homem.

Museologia.
É a ciência que trata da filosofia, da teoria e dos princípios de conservação e apresentação das obras de arte nos museus.






Resumo, Capítulo 1 do livro Auxiliar de Biblioteca 7ª edição, Autoras: Divina Aparecida da Silva e Iza Antunes Araújo.

                                                   Evolução do livro e da biblioteca.
Escrita. 

A escrita surgiu com o povo sumério, feita em tabuas de argila por volta de 2.500 a.c, a primeira escrita a surgir foi a pictográfica  e depois passou a  ser escrita alfabética.
Ler e escrever era beneficio de poucos, somente os considerados capacitados poderiam utilizar a argila para escrever.

Alfabeto.

O alfabeto, sinais que representam sons básicos utilizados numa língua trazendo clareza na comunicação e tornando a objetiva.

Suportes para escrita.

Papiro;  planta silvestre que crescia às margens do rio Nilo, faziam uma pasta do talo que seca era usada para escrever, bastante fibrosa, tipo um papel grosso, não permitia tanta mobilidade, sendo assim  surgi a primeira forma de livro o rolo de papiro.

Pergaminho; feito de pele de cabra, vaca ou de cordeiro, tem a aparência  acabada parecida com o papiro, como era mais resistente e flexível deu origem a forma atual do livro de hoje.

Papel;  criado pelos chineses, era produzido com bambu e córtex de amoreira, os chineses fabricavam uma pasta que uma vez seca era utilizada para escrita.

Imprensa; data do dia em que o alemão Johann Gutemberg teve uma ideia de fazer uma matriz de cada tipo para reproduzir caracteres iguais e modificou  a composição da tinta a fim de dar-lhe consistência mais adequada. Em 1456, Gutemberg publica em Mogúncia ( cidade alemã) a sua  famosa bíblia de 42 linhas em dois volumes, tamanho fólio( caderno de uma dobra, duas folhas =4 páginas) o primeiro livro impresso no ocidente. Dele foram tirados cem exemplares. A aparição da impressa no ocidente identificou, para o livro, a transformação de uma fase artesanal para uma fabricação industrial, comercial. A imprensa permitiu que um homem falasse a muitos.

Livro;  o livro foi considerado o produto feito em série, a impressa foi logo aceita como meio da transmissão de informação. O  livro propiciou a popularização da cultura que deixou de ser patrimônio exclusivo de nobres e religiosos para estender-se  a uma grande população, consequentemente com essa modernização levou à sociedade o conhecimento maciço das leis, da Filosofia, das Artes e da Ciência.
O livro foi a primeira máquina de ensinar, e também o primeiro bem produzido em massa.
O livro apresenta três aspectos importantes; suporte da escrita; difusão e conservação de um texto e maneabilidade.
Biblioteca.
Três períodos principais na história das bibliotecas;
Biblioteca tradicional; antes da automação até 1960.
Biblioteca moderna ou automatizada; uso de computadores para catalogar e organizar o acervo, começou em 1970 até os dias atuais.
Biblioteca do futuro; eletrônica sem paredes e online a partir de 1990.





terça-feira, 12 de janeiro de 2016

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sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

O paradoxo de nosso tempo !

O paradoxo de nosso tempo na história é que temos edifícios mais altos, mas pavios mais curtos; auto-estradas mais largas, mas pontos de vista mais estreitos; gastamos mais, mas temos menos; nós compramos mais, mas desfrutamos menos.

Temos casas maiores e famílias menores; mais conveniências, mas menos tempo; temos mais graus acadêmicos, mas menos senso; mais conhecimento e menos poder de julgamento; mais proficiência, porém mais problemas; mais medicina, mas menos saúde.

Dirigimos rápido demais, nos irritamos muito facilmente, ficamos acordados até tarde, acordamos cansados demais, raramente paramos para ler um livro, ficamos tempo demais diante da TV e raramente oramos.

Multiplicamos nossas posses, mas reduzimos nossos valores. Falamos demais, amamos raramente e odiamos com muita freqüência.

Aprendemos como ganhar a vida, mas não vivemos essa vida. Adicionamos anos à extensão de nossas vidas, mas não vida à extensão de nossos anos.

Já fomos à Lua e dela voltamos, mas temos dificuldade em atravessar a rua e nos encontrarmos com nosso novo vizinho. Conquistamos o espaço exterior, mas não nosso espaço interior.

Fizemos coisas maiores, mas não coisas melhores. Limpamos o ar, mas poluimos a alma. Dividimos o átomo, mas não nossos preconceitos. Escrevemos mais, mas aprendemos menos.
Planejamos mais, mas realizamos menos. 

Aprendemos a correr contra o tempo, mas não a esperar com paciência. Temos maiores rendimentos, mas menor padrão moral. Temos mais comida, mas menos apaziguamento.

Construímos mais computadores para armazenar mais informações para produzir mais cópias do que nunca, mas temos menos comunicação. Tivemos avanços na quantidade, mas não em qualidade.

Estes são tempos de refeições rápidas e digestão lenta; de homens altos e caráter baixo; lucros expressivos, mas relacionamentos rasos. Estes são tempos em que se almeja paz mundial, mas perdura a guerra nos lares; temos mais lazer, mas menos diversão; maior variedade de tipos de comida, mas menos nutrição.

São dias de duas fontes de renda, mas de mais divórcios; de residências mais belas, mas lares quebrados. São dias de viagens rápidas, fraldas descartáveis, moralidade também descartável, "ficadas" de uma só noite, corpos acima do peso, e pílulas que fazem de tudo: alegrar, aquietar, matar.

É um tempo em que há muito na vitrine e nada no estoque; um tempo em que a tecnologia pode levar-lhe estas palavras e você pode escolher entre fazer alguma diferença, ou simplesmente apertar a tecla DEL.